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Maria Cláudia Martins, MBA em Gestão de Pessoas, entrevistada por Luiz Alberto

“Empresas que não se adaptarem ao modelo home office poderão enfrentar problemas em conquistar bons profissionais”

Desde o começo da pandemia, boa parte do mundo teve que se adaptar ao estilo de trabalho remoto home office, mas com a pandemia caminhando para a fase final aqui no Brasil muitas empresas têm retomado e até exigido o retorno do trabalho presencial e causado divergências com profissionais de diversas categorias que se acostumaram e gostaram desta modalidade que já era uma tendência mundial e foi amplificada devido à pandemia.

Mas será que o avanço do conceito de trabalho home office vai retroceder com o fim da pandemia? De acordo com a especialista em gestão e treinamento de pessoas Maria Cláudia Martins o home office é uma realidade permanente e as empresas que resistirem a flexibilizar o trabalho presencial poderão enfrentar problemas em conquistar bons profissionais: “É comprovado a eficácia na produtividade de trabalhos via Home Office ou trabalho híbrido, que é quando a empresa implanta um sistema duplo como modalidade de operação de seus colaboradores. É claro que é preciso tomar muito cuidado, manter a equipe motivada, encorajar a interação com alguns encontros presenciais sempre que possível, mas não podemos ignorar que este conceito vai continuar e as empresas precisam se adaptar para manterem competitividade de mercado e conquistarem bons talentos profissionais’’ disse a empresária e psicóloga, pós graduada em Psicologia Cognitiva Comportamental e MBA em Gestão de Pessoas com mais de 25 anos de experiência em RH.

Mas embora seja uma tendência e um desejo da maioria, algumas atividades não tem como fugir do trabalho presencial e as empresas precisam investir em uma transformação para que a produtividade continue positiva. Maria Claudia Martins faz um alerta ao líderes de empresas: “Aqueles que forem investir na modalidade híbrida ou total home office precisam fazer um estudo para entenderem se suas atividades são compatíveis e também deverão investir em tecnologias e treinamentos, segurança da informação, readequação do sistema da empresa, rever as políticas internas, os contratos e principalmente trabalhar isso dentro da cultura da empresa. É preciso investir na transformação”.

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